Andrew, engenheiro agrícola
Linha Carderoli · SP · MG · GO · RJ · ES

Falta gente na lavoura porque o equipamento errado exige gente.

Em usina, a escassez de operador qualificado se resolve na especificação do implemento, muito antes de chegar no RH. É exatamente aí que a maioria das compras erra.

  • A safra abre com o quadro de operadores incompleto e o RH sem currículo na mesa. Implemento que executa duas operações em uma única passada devolve um operador inteiro por frente de serviço.
  • Cada passada extra no talhão queima diesel, consome hora-máquina e compacta o solo que você vai colher na próxima safra. Cortar uma passada por hectare aparece direto no custo por tonelada.
  • Equipamento parado no pátio continua depreciando e vira pergunta da diretoria na revisão de CAPEX. Dimensionamento feito na sua área elimina a compra que não performa.
Quero o levantamento do meu parque de máquinas
Diagnóstico sem custo, o investimento é agendaEngenheiro agrícola · CREA 5063046603
15+
anos dedicados exclusivamente ao setor sucroalcooleiro
5
estados atendidos em campo: SP, MG, GO, RJ e ES
30%
de ganho de eficiência na aplicação, caso Usina Batatais
20%
de aumento de lucro operacional já na primeira operação

O que a diretoria chama de falta de mão de obra costuma ser um erro de especificação assinado três anos antes.

Dois tratores trabalhando em passadas separadas na mesma área ao amanhecer

São 4h30 e duas frentes de serviço começam o turno descobertas. O coordenador remaneja operador de uma área para outra, a janela de aplicação corre, e no fim do dia o hectare planejado não fechou. A explicação que sobe para a reunião de resultado é falta de gente.

Falta gente, isso é verdade. O que quase ninguém coloca na planilha é que parte dessa demanda por gente foi criada dentro da própria usina, uma compra de cada vez.

Passada Fantasma

É toda operação que só existe porque o implemento executa uma função quando poderia executar duas. Um trator entra para desenleirar. Outro trator entra depois para tratar a soqueira. Dois operadores, dois turnos, dois tanques de diesel, duas compactações no mesmo solo, para entregar um resultado que sai de uma passada só quando o equipamento é o certo. Ela não aparece em lugar nenhum porque virou rotina.

Compra por Catálogo

O parque de máquinas da maioria das usinas não foi projetado, foi acumulado. Cada equipamento entrou em um ano diferente, por um fornecedor diferente, atendendo uma urgência diferente. O vendedor conhecia bem o catálogo dele. Não conhecia o espaçamento da sua área, a idade da sua soqueira, o perfil do seu operador nem a hora-máquina que você fecha no mês.

O resultado dessa lógica está estacionado no seu pátio agora. Equipamento comprado com aprovação de investimento, justificativa técnica e assinatura, que rodou meia safra e parou. Não parou porque é ruim. Parou porque foi vendido para um problema que a sua operação não tinha, ou dimensionado para uma realidade de campo que não é a sua.

E o pior nem é o dinheiro parado. É o gerente agrícola e o gerente automotivo terem que sustentar aquela decisão na frente da diretoria, sabendo que fizeram a análise possível com a informação que receberam. A informação é que estava errada.

Duas usinas, dois desfechos opostos, o mesmo tipo de conversa antes.

Usina Batatais: Tratador de soqueira com desenleirador frontal
Usina Batatais
Tratador de soqueira com desenleirador frontal

Fazia desenleiramento e tratamento de soqueira em operações separadas, com dois tratores na mesma área. Depois do levantamento em campo e da troca por um tratador de soqueira com desenleirador frontal, passou a executar as duas operações em uma única passada.

Resultado

Até 30% na eficiência de aplicação do inseticida, um trator a menos na área, menos compactação de solo, economia direta de diesel e de mão de obra.

Usina Tietê: Recomendação técnica: não comprar
Usina Tietê
Recomendação técnica: não comprar

Procurou avaliação para aquisição de um equipamento de replante. Depois do diagnóstico em campo, a recomendação foi não comprar. O gargalo real estava na eficiência da plantadeira, que gerava falha no início do plantio.

Resultado

Corrigido o plantio, o replante deixou de fazer sentido. Nenhum equipamento foi vendido naquela visita.

Se você reconheceu a sua operação nas linhas acima, o próximo passo não custa investimento nenhum, apenas uma janela na sua agenda.

Por que a ordem certa é entender a lavoura antes de abrir o catálogo.

Quem faz esse trabalho é o Andrew, engenheiro agrícola e especialista na linha Carderoli de cultivadores, tratadores de soqueira, plantadeiras e grades. O que ele aplica em cada usina é uma sequência de três etapas. A ordem importa mais que as etapas.

Etapa 01: Entende
ETAPA 01

Entende

Antes de qualquer proposta, o trabalho é em campo: estrutura da usina, áreas que estão travando, inventário do parque e os números que decidem — rendimento por hectare, hora-máquina, custo por tonelada e histórico de manutenção. E conversa direta com o operador, no talhão.

Etapa 02: Atende
ETAPA 02

Atende

Com os números na mão, o diagnóstico vira o Mapa de Custo por Passada. Cada operação é aberta em custo real e ali ficam visíveis as Passadas Fantasma, quanto custam por safra e quais podem ser eliminadas por especificação de equipamento.

Etapa 03: Vende
ETAPA 03

Vende

Só depois das duas primeiras etapas entra a recomendação, e o critério é o valor agregado no seu campo. Quando a conta não fecha, a recomendação é não comprar. Quando fecha, o trabalho continua depois da nota fiscal.

Como era e como fica

Na Compra por Catálogo, o fornecedor chega com o produto e procura um problema que justifique aquele produto. O risco fica todo com a usina, que descobre em campo se acertou. Na ordem invertida, o problema é medido primeiro e o equipamento entra como resposta a um número específico. Quando não existe número que justifique, não existe venda.

Prova

Na Usina Batatais, o levantamento apontou que duas operações separadas podiam virar uma. O tratador de soqueira com desenleirador frontal entregou até 30% a mais de eficiência na aplicação do inseticida, tirou um trator da área, reduziu compactação e cortou diesel e mão de obra na mesma conta.

Aumento de até 20% no lucro operacional já na primeira operação.

Linha Carderoli

O equipamento entra depois do número, não antes.

Cultivador, tratador de soqueira, plantadeira e grade. Cada um só é recomendado quando o Mapa de Custo por Passada mostra a passada que ele elimina.

Tratador de soqueira

Tratador de soqueira

Com desenleirador frontal, executa desenleiramento e tratamento em uma única passada.

SoqueiraAté 30% de eficiência
Cultivador

Cultivador

Dimensionado pelo espaçamento real da sua área e pelo perfil do seu operador.

CultivoMenos hora-máquina
Plantadeira

Plantadeira

Eficiência de plantio corrigida na origem elimina a falha que gera replante.

PlantioFalha na origem
Grade

Grade

Preparo de solo dimensionado para reduzir passada e compactação no talhão.

PreparoMenos compactação

Esse tipo de trabalho só funciona com quem abre a porteira.

Para quem é
  • Gerente agrícola de usina sucroalcooleira que decide especificação de implemento e responde pelo hectare entregue.
  • Gerente automotivo responsável por frota, hora-máquina, manutenção e disponibilidade de equipamento na safra.
  • Usina com frente de serviço descoberta por falta de operador qualificado, que precisa de equipamento que reduza a dependência de gente.
  • Operação que já comprou implemento que não performou e não quer repetir a decisão no próximo ciclo de investimento.
  • Gestor que precisa levar à diretoria uma justificativa de CAPEX com custo operacional simulado, não com folder de fornecedor.
  • Usina em SP, MG, GO, RJ ou ES, com área que permita visita técnica e teste em campo.
Para quem não é
  • Quem quer apenas cotação por email para compor mapa de preço. O diagnóstico não acontece por planilha.
  • Quem decide exclusivamente pelo menor preço da tabela, sem considerar custo por tonelada e disponibilidade do equipamento.
  • Quem não libera acesso à área e conversa com o operador. Sem campo, o levantamento perde a parte que importa.
  • Quem procura equipamento para resolver um problema que é de gestão de operação. Implemento corrige processo de campo, não corrige planejamento.

O que entra na sua usina antes de qualquer proposta comercial.

01

Diagnóstico de campo com engenheiro agrícola

Visita à lavoura, leitura das frentes com problema, conversa com operador e coordenador.

Valor de mercado: R$ 4.800
02

Inventário completo do parque de máquinas

Cada implemento em uso, condição, aderência à sua operação e histórico de manutenção.

Valor de mercado: R$ 3.200
03

Mapa de Custo por Passada

Custo real de cada operação, com as Passadas Fantasma e o valor que consomem por safra.

Valor de mercado: R$ 3.900
04

Simulação comparativa de cenários

Parque atual contra parque dimensionado, em número que a diretoria consegue auditar.

Valor de mercado: R$ 2.400
05

Entrega técnica em campo

Regulagem do equipamento na sua área, com o seu operador, no primeiro uso.

Valor de mercado: R$ 1.800
06

Acompanhamento mensal na primeira safra

Visita a campo todo mês para ajuste de regulagem e validação com o líder da área.

Valor de mercado: R$ 9.600

Três coisas que acompanham o diagnóstico e ninguém cobra por elas.

Dossiê Jeito Certo, Jeito Errado
Bônus 01

Dossiê Jeito Certo, Jeito Errado

Registro real de campo com o mesmo equipamento bem e mal regulado, e o efeito de cada configuração no rendimento por hectare. Serve para treinar coordenador e operador a enxergar o erro antes que ele vire safra perdida.

Valor: R$ 1.900
Canal Direto de Suporte Técnico
Bônus 02

Canal Direto de Suporte Técnico

Canal proprietário de atendimento, com acesso direto a quem conhece a sua operação, para regulagem, dúvida técnica e ocorrência em plena safra.

Valor: R$ 2.400
Condição de Primeiro Contato
Bônus 03

Condição de Primeiro Contato

Para usina que ainda não é cliente, a primeira aquisição entra com condição comercial diferenciada, aplicada sobre o equipamento recomendado no diagnóstico.

Valor: Sob consulta

Tudo o que entra na conta da sua operação.

  • Diagnóstico de campo com engenheiro agrícola
  • Inventário completo do parque de máquinas
  • Mapa de Custo por Passada
  • Simulação comparativa de cenários
  • Entrega técnica em campo
  • Acompanhamento mensal na primeira safra (12 visitas)
  • Bônus 1 · Dossiê Jeito Certo, Jeito Errado
  • Bônus 2 · Canal Direto de Suporte Técnico
  • Bônus 3 · Condição de Primeiro Contato
E o que tudo isso junto gera

Aumento no lucro operacional a partir de 20% já na primeira operação.

O custo é uma janela na sua agenda.

O que as usinas que cortaram uma passada inteira da operação têm em comum.

Usina Batatais

Tratador de soqueira com desenleirador frontal
Antes

Desenleiramento e tratamento de soqueira em operações separadas, dois tratores na mesma área, dois operadores e duas passadas sobre o mesmo solo.

Resultado

Até 30% de aumento na eficiência de aplicação do inseticida, um trator a menos na área, menor compactação e economia de diesel e mão de obra.

Usina Tietê

Recomendação de não comprar
Antes

A usina avaliava a compra de um equipamento de replante para corrigir falhas recorrentes no plantio.

Resultado

Nenhum equipamento vendido. A correção foi feita na regulagem e na operação do plantio, eliminando a falha na origem.

Slot de showroom · Plantadeira (SP)

Caso em coleta
Antes

Situação da operação em duas linhas, com número de passadas, tratores, operadores ou hectares.

Resultado

Número específico em prazo definido, com ganho secundário em diesel, compactação, mão de obra ou disponibilidade.

Slot de showroom · Cultivador (GO)

Caso em coleta
Antes

Situação da operação em duas linhas, com número de passadas, tratores, operadores ou hectares.

Resultado

Número específico em prazo definido, com ganho secundário em diesel, compactação, mão de obra ou disponibilidade.

O trabalho não termina quando o equipamento chega na sua usina.

Entrega técnica em campo

O equipamento não é entregue no pátio e abandonado. A regulagem inicial é feita na sua área, com o seu operador, no primeiro uso real.

Acompanhamento mensal na safra

Visita a campo todo mês para ajuste de regulagem conforme a área e a condição de solo mudam ao longo do ciclo.

Validação com quem responde pela área

Em cada visita, conversa com o líder da área e com o coordenador para confirmar se o equipamento entrega o que foi planejado.

Canal direto de suporte técnico

Acesso a quem já conhece a sua operação, para ocorrência em plena safra, quando parar não é opção.

Quem atende é quem diagnosticou

O acompanhamento não é repassado para uma central que nunca pisou na sua lavoura.

Ajuste fino por condição de solo

Regulagem revista safra adentro, porque talhão, umidade e idade de soqueira não são constantes.

Selo: diagnóstico primeiro, custo zero

O risco de sentar nessa conversa é zero, e isso está escrito.

Compromisso de diagnóstico primeiro

Nenhuma proposta comercial é apresentada antes do diagnóstico em campo. Não existe apresentação de catálogo na primeira visita, nem equipamento sugerido antes de o número aparecer.

Compromisso de recomendação honesta

Se o diagnóstico mostrar que o seu problema não se resolve com aquisição de equipamento, você vai ouvir exatamente isso. A Usina Tietê ouviu, deixou de investir e resolveu o problema na plantadeira que já tinha.

Seu único investimento é agenda

O diagnóstico, o levantamento de parque, o Mapa de Custo por Passada e a simulação de cenários não têm custo financeiro. O que você compromete é uma janela de tempo da sua equipe.

Andrew Garcia, engenheiro agrícola, em campo de cana-de-açúcar
Andrew Garcia
Engenheiro agrícola · CREA 5063046603

Quem assina o diagnóstico responde tecnicamente por ele.

Mais de 15 anos dedicados exclusivamente ao segmento sucroalcooleiro. Atendimento a praticamente todas as usinas de São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Rio de Janeiro e Espírito Santo, com um número de visitas técnicas e resoluções de problema em campo que já não cabe em planilha.

A diferença começa na formação. Engenharia agrícola dá a leitura de solo, compactação, rendimento por hectare e custo operacional que um vendedor de implemento normalmente não tem. É por isso que o diagnóstico abre a conta em custo por tonelada e hora-máquina, e não em desconto de tabela.

Casos documentados incluem a Usina Batatais, que unificou duas operações em uma passada e ganhou até 30% de eficiência na aplicação de inseticida com um trator a menos na área, e a Usina Tietê, onde a recomendação técnica foi não comprar o equipamento avaliado.

15+
anos no setor sucroalcooleiro
5
estados atendidos em campo
20%
de lucro operacional na primeira operação

As perguntas que os gestores fazem antes de liberar a primeira visita.

  • A visita de campo costuma consumir de meio dia a um dia, dependendo do tamanho da área e do parque. O levantamento e a simulação são feitos depois, fora da sua operação. Você recebe o resultado pronto.

  • Não existe cobrança pelo diagnóstico. A contrapartida é comercial e transparente: quando o levantamento apontar um equipamento que resolve, você vai receber essa recomendação. Quando não apontar, você recebe a recomendação de não comprar, que é o que a Usina Tietê recebeu.

  • Faz, porque o diagnóstico não depende de troca de fornecedor. O Mapa de Custo por Passada mostra onde a sua operação perde hectare e dinheiro hoje. O que você faz com essa informação é decisão da usina.

  • Não. O levantamento parte do parque que existe, não do parque ideal. Em várias usinas a recomendação foi ajustar regulagem e operação do que já estava em campo antes de considerar qualquer aquisição.

  • Com a simulação de custo operacional comparando o cenário atual e o dimensionado. Ela abre diesel, hora-máquina, operadores necessários e custo por tonelada. É esse documento que sustenta a aprovação.

  • A premissa do trabalho é aumento de até 20% no lucro operacional já na primeira operação com o equipamento correto, e o acompanhamento mensal na primeira safra existe justamente para confirmar isso em campo, mês a mês.

  • Resolve a parte que é possível resolver. Implemento que executa duas operações em uma passada libera um operador e um trator por frente de serviço. Foi o que aconteceu na Usina Batatais. Não substitui gestão de equipe, reduz a quantidade de gente que a operação exige para entregar o mesmo hectare.

  • Você fica com o inventário do parque, o Mapa de Custo por Passada e a simulação de cenários. Nenhum deles tem cláusula de compra.

O próximo passo custa uma janela na agenda e nada além disso.

O que você recebe ao abrir a porteira para o diagnóstico
  • Diagnóstico de campo com engenheiro agrícola, na sua lavoura, com o seu operador.
  • Inventário completo do parque de máquinas em uso.
  • Mapa de Custo por Passada, com as Passadas Fantasma abertas em reais.
  • Simulação comparativa de cenários, pronta para levar à diretoria.
  • Entrega técnica em campo, se houver aquisição.
  • Acompanhamento mensal durante toda a primeira safra.
  • Dossiê Jeito Certo, Jeito Errado.
  • Canal Direto de Suporte Técnico e Sucesso do Cliente.
  • Condição de Primeiro Contato para usina que ainda não é cliente.
O ganho esperado
A partir de 20% de lucro operacional já na primeira operação.
Seu investimento: o custo é agenda.